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segunda-feira, 16 de junho de 2008

A culpa


A culpa nasceu com o Homem. Se tentarmos descobrir porque surge este sentimento, seria necessário desbravar muitos caminhos, porquanto seria analisá-lo sobre diferentes prismas: sociológico, psicológico, religioso, etc...
Provavelmente, o mais relevante, aqui, é apresentá-la e descascá-la como causa de sofrimento, e nessa medida, despromovê-la. Eis a minha proposta!
Conheci um professor que partilhou a perspectiva que de a culpa não existe. Eu gostei e incluí-la na minha teoria, usando-a, sobretudo, como valor.
A substituição da culpa pela responsabilidade, sugere-me uma troca vantajosa para o ser humano – e, foi esta a visão transmitida numa aula de Epistomologia.
Descubramos uma definição de forma a ser mais concreto o encontro, para cada um – “O sentimento de culpa é o sofrimento obtido após reavaliação de um comportamento passado tido como reprovável por si mesmo.” (wikipédia).
Ora, o sentimento de culpa é uma forma de manipulação, seja ela interna ou externa. O que quero dizer com isto?
Seja pelo nosso ego, seja pelos outros, quando alguém vivencia o sentimento de culpa, por momentos ocasionais ou como “bengala”, é uma manipulação. Porquê? Porque a pessoa não se encontra liberta. Além de se sentir constantemente em avaliação, a mesma tem uma perspectiva negativa; porque se fosse construtiva não seria culpa. A palavra cresceu com essa conotação, tem um “peso”.
No entanto, visualizando a perspectiva da substituição por responsabilidade, o caminho cognitivo será mais suave. Pois que será por aí que a transformação se realiza.
Mas dizia...
Que a culpa nasce logo quando se está a desenvolver, nos primeiros tempos de infância, ou antes... tão cedo pode ser, como por exemplo se na gestação, a mãe gere a gravidez acompanhada pelo desagrado de não querer aquele filho. Mais tarde, pode crescer, sentindo-se preterido; continuamente, quando os colegas (ou outros parceiros sociais) não o integram e se sente inferior; a culpa vai crescendo...
Tantas causas motivadoras desse ressurgir tão humano!

Mais tarde, existem milhares de estímulos que reforçam a culpa, criando pequenos filhos, que estão constantemente aliados ao medo. E, dificilmente, o caminho se torna suave.
Mas é possível a mudança. Carl Rogers acredita nisso, e eu também! Assim, como outros seres...
E, o sorriso pode nascer na alvorada de cada um de vós!
Querem saber como?

Ana Guerra - Terapêuta Holística
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