Ano 2018

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sábado, 23 de junho de 2018

O que mudar em mim?




Hoje em dia, constato que muitas pessoas procuram ajuda para encontrarem ferramentas que as ajude a mudar o seu estado; umas por que se sentem deprimidas, outras por terem compreendido que a forma como vivem, lhes traz insatisfação; outras ainda, desejam alcançar objectivos que surgem como arduamente desafiantes.

Poderia ficar a enumerar mais motivos, todavia, chegamos à mesma meta: almejam uma melhor qualidade de vida, cujos paradigmas mudaram.

Existe uma panóplia de meios, estratagemas, ferramentas cuja função é fornecer a realização desses desejos. A minha experiência tem mostrado que as intenções são múltiplas, e os factos são outros.

Há quem procure a solução rápida e com menor esforço, o que acaba por evidenciar a falácia da vontade. O trabalho necessário vem da própria pessoa e jamais do exterior da mesma. Todos os que escolhem esta configuração ou se sentem frustrados ou vivem o mesmo registo de conduta. Alguns efectivamente, começam a viver novos caminhos, no entanto, quando os hábitos antigos ainda se manifestam, muitas vezes, desistem e deixam de acreditar que é possível, o que revela a pouca auto-estima.

Alguém disse: “Sê como o sol: levanta-te, brilha e ilumina o mundo”. Este mantra revela uma capacidade dos que caem e pelo facto de acreditarem em si mesmos, voltam a caminhar e todo o esforço empregue resulta nos sonhos que construiram. Vencem os desafios.

Esta capacidade encontramo-la na natureza, e que a física explica: a resiliência. A capacidade de um objecto recuperar a sua forma original, após ter sofrido um choque ou deformação. Alguns seres humanos apresentam este comportamento de modo natural e espontâneo; outros desenvolvem-no. A História humana conta milhares de testemunhos pela demonstração factual de vidas triunfantes.

O sol dá-nos um exemplo espectacular de como podemos atingir o que nos propomos. Como? Quando o observamos, concluímos que ele vive a sua vida e a de mais ninguém. Vive mediante as leis universais, cósmicas.

Ainda não sabemos, muito bem, como é que o ser humano de hoje desenvolveu todas as capacidades (e as que continua a descobrir) que o têm feito sentir-se diferente dos outros seres vivos e acaba por se sentir fora dum ambiente do qual faz parte: a Natureza.
Os que se evidenciam pela busca do desconhecido – os cientistas – continuam a descortinar o que é desconhecido. Uma das abordagens demonstra que a homeostasia tem muito para esclarecer quanto ao comportamento dos seres vivos (processo de regulação pelo qual um organismo consegue a constância do seu equilíbrio = homeostase).

As emoções são um tremendo desafio para esse processo; e, os novos paradigmas têm surgido pela busca duma harmonia cada vez maior na gestão das mesmas. A contínua aventura de compreender o processamento do nosso cérebro tem desvendado maravilhosos sistemas, funcionalidades.

A ressonância magnética trouxe-nos muitas informações que nos levam a mais pesquisas e a conclusões mutáveis que nos auxiliam a encontrar caminhos antes desconhecidos.

O que ganhamos com estas aventuras? Todo o desenvolvimento do auto-conhecimento possui cada vez mais instrumentos que faz o ser humano sentir-se mais equilibrado, harmonioso e na plenitude das suas capacidades.

O auto-desenvolvimento traduz-se no crescimento, amadurecimento da inteligência emocional, que passou a ser considerado como o fulcral segredo para sermos mais felizes: amarmos e sermos amados.

Este é um trabalho contínuo e em movimento, árduo. Requer muita disciplina, entrega, e um compromisso consigo próprio. Sem responsabilidade, empenho e confiança, os resultados são, habitualmente, frágeis, desmoronando-se com um sopro.

Pelo facto de ter características essenciais para um resultado satisfatório, a aprendizagem de nos focarmos, é fundamental. Reunindo a minha vontade, vestindo a disciplina, alimentando-me de todas as vitaminas, sabendo qual o meu foco, a minha caminhada, torna-se mais confiante, motivadora.

Como é que começa?

Hoje, decido pegar na minha história e viver a minha vida. Usar as experiências vividas para lhes perguntar o que posso extrair delas, e passar a usar isso em meu benefício. Continuo a usar essa atitude, no presente, perguntando-me: o que posso aprender com o que estou a viver, o que acabou de acontecer.

Reúno todas as ferramentas que preciso para construir os meus sonhos, e começo a criar os tijolos, a consolidá-los. Sim, sei que é árduo, contudo a alegria que sinto é impulsionadora e gera mais energia da qual me alimento para viver com coragem. Escolho conhecer-me, aceitar-me e definir o que quero. Estes degraus são a escada para alcançar o que acredito que faz parte de mim.

Como posso viver sem continuar a regar a minha auto-consciência e isso desenvolver o meu crescimento?

Quero continuar a descascar aquilo que me impede de caminhar com alegria e amor.
Eu acredito em mim, no sol que faz brilhar as minhas pisadas.

Ana Guerra
escrita sem acordo ortográfico

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