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segunda-feira, 30 de julho de 2012


Amar é ser Livre!


 
Um sentimento puro que invade o coração e transforma a vida. Não aceita controle, não mede esforços e é incondicional. Cura doenças, perdoa, lava a alma! Faz ver as estrelas em plena luz do dia... Invade os nossos pensamentos e é pura luz!
  Se nos fixarmos no momento presente, no "aqui e agora", podemos captar a beleza da existência divina na vida diária. Perceber as "nuances", com a intuição dando toques sutis do que a nossa essência pede. Não o ego, aquela parte nossa que clama por aplausos, status e bens materiais. Mesmo porque não levaremos nada daqui, só o nosso autoconhecimento.
  Descobrir o caminho do meio, alcançando o equilíbrio e bem-estar. Despertar a voz interior. Tudo isto exige coragem para enfrentar mudanças. Encarar a vida de frente, sem entrar em atalhos. Sem preconceitos e julgamentos. Se seguirmos a voz do coração, a Lei da Sincronicidade invade a alma. Faz aparecer a pessoa com a informação que precisamos, no momento certo e no local exato.
  Sermos coerentes com o nosso eu interior exige sinceridade. Se doenças ou adversidades aparecem a todo momento, isto significa que não estamos seguindo o fluxo do destino. Sentimentos não tem explicação, não adianta forçarmos a barra. Por exemplo: se é apenas amizade, podemos até tapar o sol com a peneira, nos enganarmos durante um certo tempo, mas não vira amor...
  No amor não há cobranças, a confiança é total. Ninguém é dono de ninguém! Ciúmes, dependência, mentiras, necessidade de um terceiro(a) indicam que o relacionamento está frágil. Sofrimentos, inseguranças não fazem parte desta história. Vinganças não levam à nada. Tudo são experiências e vivências...
  Quanto mais amor incondicional você distribuir, pela Lei da Ação e Reação, mais você recebe! Faça as coisas sem segundas intenções, só pela generosidade da alma. Veja o lado positivo das coisas. Absorva estes conceitos de coração e não da boca para fora. Tenha gratidão por tudo de bom que a vida proporciona a você!
A vida é maravilhosa sob todos os aspectos. Dizem que nada é por acaso, e nada acontece sem que tenhamos a capacidade de resolver! Tudo já foi combinado no astral e vale a pena curtir intensamente as mudanças. É na crise, no caos, que vem a transformação... Para que possamos crescer como seres humanos e valorizar cada vez mais o Amor...
-  Mon Liu



Este é um texto, que nos elucida, de forma simples, o que é viver o AMOR  no nosso dia-a- dia.

Aprender a viver o AMOR, desta forma, é uma aprendizagem possível, apesar de escutarmos que não é possível “controlar” o que se sente. Efectivamente, não se controla, e nem tem de se controlar o que se sente. As nossas emoções gerem-se; esse é o segredo.

Antes de falar sobre a gestão das emoções, vou debruçar-me, um pouco, sobre os conceitos subjacentes no texto.

Geralmente, usa-se a palavra Amor quando nos queremos referir a um sentimento, que nutrimos por outro, em diferentes relações. No entanto, a autora quer referir algo, que ultrapassa um “simples” sentimento. Neste momento, não me expandirei, e refiro-me somente ao conceito de AMOR – a aceitação incondicional do outro; aprendizagem principal  da vinda do ser humano ao planeta Terra.

Os seres humanos tendem a identificar o que sentem pela sua intensidade, na maior parte das vezes, esquecendo, amiúde, outras variáveis, tais como a carência, a gestão da emoção, o ambiente em que se encontram, as suas necessidades (aquilo em que acreditam que precisam). No entanto, retornemos ao Amor... sendo a aceitação incondicional do outro, costumo referir, que não é muito claro, para mim, porque é que as pessoas sentem necessidade de mencionar – amor incondicional. Ora, se está subjacente ao conceito que é incondicional... não é relevante referi-lo. Da mesma forma, surge a questão: existe amor condicional? Não?! Então, porque dizem amor incondicional? É porque é um cliché; ouvem dizer assim,e usam, sem pensar sequer noq ue dizem.

Ora, aprendemos que as palavras têm força e poder... e, que também é importante, sermos claros no que transmitimos... estamos a ser claros, principalmente, para nós quando dizemos amor incondicional? Achamos que estamos a ser bonitos no que dizemos ao outro, e acreditamos que assim recebemos o amor, que tanto acreditamos precisar.

Questão: quando digo a alguém: amo-te, temos a certeza do que afirmamos? Acreditamos que sim. Acreditamos que estamos a dizer ao outro, que o fazemos sentir bem, e também nos sentimos. É isto que acreditamos.

Amar é aceitar o outro sem condições? Surgem muitas dúvidas, quando esta questão é levantada. Seja em que relação for, os seres humanos ainda, têm muita dificuldade em aceitar o outro, exactamente como ele é. Existe sempre uma vontade de mudar algumas características, que fazem parte do outro. Acreditar que o outro (ou nós mesmos) pode ser melhor ser, não tem o mesmo significado do que mudar. O desejo, que o outro sinta a mesma vontade do que nós – transformar-se, é algo que só o mesmo pode desejar.

Ora, quando acreditamos que uma relação seria melhor se o outro mudasse... aprendemos que resulta, geralmente, em discordância e desequilíbrio. Com certeza que o outro também, deseja que mudemos algumas características em nós mesmos. Fazemo-lo?

È mais fácil fazer no outro o que não queremos fazer connosco – este é um comportamento comum no ser humano( “faz o que digo, não faças oq ue eu faço”). É incoerente, um facto! No entanto, é muito usual viver-se desta forma. É um comportamento adquirido, que nos é transmitido desde a nascença.

Ora, aceitar o outro... é uma aprendizagem. Outra questão, que costumam levantar, é: - aceitar incondicionalmente, é aceitar tudo no outro? Usualmente, confunde-se aceitar com concordar.

Nota: neste momento, verificamos que se utilizamelhor dizendo, vive-se mesmo, porque nãoé sóutilizar as palavras sem pensar nelas, vivem-se, trazendo confusão o comportamento.

Aceitar o outro é permitir, que ele seja quem é; aprender a amar o outro é isso mesmo. Se constatamos, que o outro tem demasiadas características não agradáveis, podemos parar e perguntar-mo-nos: queremos acreditar que o amamos? Ou amamos mesmo? O que foi que nos seduziu no outro? O que nos agradou? Que afinidades temos em comum?

Através desta paragem – sermos assertivos – podemos aprender a amarmo-nos, e por conseguinte a amar o outro. Provavelmente, o que nos atraiu foi algo muito físico; uma partilha, que é uma amizade com rosto de paixão. Podemos descobrir, que é uma relação para ser vivida (ou nem sequer para ser vivida; é um processo de aprendizagem, constitui um teste) como uma amizade, ou nem isso.

Voltando um pouco atrás... quando se refere, que é um amor incondicional... O que é um amor condicional???? Creio que a necessidade, que existe em referir, baseia-se no facto de as pessoas “amarem” condicionalmente, e têm de dizer a si mesmas que é incondicional. Assim, como se parte do pressuposto que 'amor de mãe” é incondicional. Perdoem-me, por contradizer, no entanto, os factos revelam, que maioritariamente não é vivido dessa forma. As mães são muito possessivas, por ex. No Amor existe possessividade? Possessividade está abraçado a egoísmo. Ora, é uma combinação pouco expressiva de Amor. Amor é uma troca, que se aprende a viver. Habitualmente, eapera-se algo do outro. Outra variável, característica da forma como é vivido a relação: com expectativas (porque se foi habituado a viver com elas, acreditando que sem elas não é possível viver; á frente falaremos desta vairável).

Quando se espera algo, a troca dilui-se transformando-se numa expectativa. Como é viver uma troca? Uma troca é a vivência de dar e receber. Permitir ao outro de dar, é receber; receber e dar, sem expectativa e sem condição, acaba por ser o mesmo; Como? Receber é a permissão, que damos ao outro de dar, constituindo uma demonstração de dar da nossa parte.

Dar e receber, quando feito com respeito é vivido em amor; se o egoísmo é a veste, que cobre o nosso comportamento, é provável que o sentimento seja um outro, logo os frutos diferentes do que se espera.

Um sentimento puro que invade o coração e transforma a vida” - o que significa? Sentimento puro... as pessoas são ensinadas, desde tenra idade, que existe o puro e impuro = bom e mau. Uma nova perspectiva tem sido transmitida nos últimos anos: a de que a nossa caminhada= Vida, tem um rosto diferente, o de não ser vivida, constantemente, entre o bem e o mal, o certo e errado; a nova perspectiva reside na descoberta da aprendizagem. O que temos a aprender de modo a evoluir. A aventura nos desafios (em vez de problemas), que são os obstáculos, adversidades. Encará-los com este rosto, transforma a nossa emoção perante os mesmos, vivendo-os com entrega, alegria e vontade de aprender. Contrastando com a forma habitual de pesar, desamor, desgraça, culpa ou mesmo azar...

“Sentimento puro” é a expressão, que se encontra para referir algo que queremos acreditar que está certo, correcto. No entanto, também significa que é o que nos constituí, daquilo que “somos feito”, de AMOR (para quando uma melhor palavra de forma a expressar o que queremos dizer?). Fala das nossas origens, da nossa Fonte, a partícula, que somos ao fazer parte dum TODO.
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