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sexta-feira, 3 de agosto de 2012


CAMINHO PARA O REENCONTRO - SIMPLICIDADE

       Quando procuramos respostas para as nossas dúvidas, porque escolhemos a mudança, investimos na nossa transformação, por acreditarmos que ser um ser melhor é possível... procuramos nas partilhas dos outros, algo que se encontre connosco, sentindo aquilo que nos transmitem sobre o que é a nossa intuição, escutar o coração, etc.

      Como distinguir quando é a nossa mente, ou o nosso coração, que “fala” connosco?

     É uma aprendizagem diária, que não vem em qualquer livro. Aprendermos a escutarmo-nos é um desafio.

     Como aprendi a fazê-lo? Compreendendo que existe um EGO, dentro de nós (este conceito de EGO não tem o mesmo significado do conceito, que Freud nos trouxe), que  nos faz acreditar que precisamos de muitas coisas. Que precisamos dos outros para ser feliz, por ex; que são os outros que nos magoam; que somos vítimas, etc. Ele usa o conhecimento, que advém das aprendizagens (valores, princípios, referências, modelos) conduzindo-nos. É uma tarefa subtil distinguir quando é o Ego que nos direcciona, ou quando é o nosso coração (intuição).

     Ao crescermos, ensinaram-nos que devemos pensar em nós, ser determinados, ambiciosos; que para termos o amor dos outros, devemos portar-nos bem e correctamente, devemos dar. Todas estes valores, e muitos outros, estão guardados na nossa mente. Sempre que existe um acontecimento, que nos “exige” uma reacção, um comportamento, é usado todo esse manancial de informação guardada. Muitas vezes descobrimos que a mesma não nos auxilia, trazendo sofrimento, ou mesmo algum conflito connosco, e até com os outros.

    O texto adicionado a esta minha partilha, fala-nos, exactamente, da forma como podemos descobrir a nossa essência, direi o nosso EU, reencontrando-nos.

    No que diz respeito a comportamentos (pensamento é comportamento) sabemos que os hábitos são comportamentos automáticos (foram memorizados, de tal forma que é suficiente um determinado estímulo para que sejam executados). O processo de aprendizagem começa por identificar os comportamentos, que não nos ajudam. Também me costumam perguntar como se aprende a distinguir os que queremos manter, e os que não queremos. É um trabalho feito, geralmente, em conjunto com um terapeuta.

    Deixo-vos o texto para que possais identificarem-se com os momentos em que se sentiram a flutuar.

    Quaisquer questões, podeis colocá-las neste espaço. As respostas são personalizadas se preferirem; senão, coloquem, aqui mesmo o que gostariam de ver esclarecido, tenha ou não relação com este mesmo tema.

SIMPLICIDADE

“Lembra-te como apareceu o último arco-íris, com pariu aquela ovelha no curral, como chorava o teu irmão mais pequeno...

Recorda e abre o teu coração, encontra a tua espontânea e natural simplicidade para que os teus pensamentos, emoções e actos não sejam complicados nem retorcidos.

Devolve tua vida a confiança e esta começará a ter sentido. O sorriso chegará mais fundo no teu coração e as tuas ideias serão também mais bonitas, como o brotar de uma flor ou o vôo de uma borboleta...

Reflexões

Embora pareça uma contradição, é difícil falar de Simplicidade, e também não é fácil expressar com palavras um amanhecer ou um pôr do sol dando entrada na noite, ou tentar descrever o crescimento de uma erva...

O ser humano esqueceu muito depressa a naturalidade e a espontaneidade que de pequeno o fez expressar livre e sem preconceitos tudo aquilo que precisava. Substituíste a naturalidade pela dúvida, pelo preconceito, pelo medo e pela insegurança; convertendo o que era natural em algo complicado, retorcido e sem sentido.

Ao leres esta mensagem procura recordar a tua inocência, a tua spontânea naturalidade de criança e faz um esforço para recuperá-la. Deixa o medo ou a vergonha para outra ocasião e começa a expressar-te tal como és, sem te preocupares se está correcto ou se irá surpreender os outros.

Ao comportares-te com Simplicidade na tua vida diária, esta também se transformará, tornando-se agradável e suave.

Aprende a não ser complicado, aprende a estudar o teu coração e a deixá-lo em liberdade. Deixa que os teus pensamentos se espressem livres e com criatividade, limpa tudo aquilo que te paralisa ou te impede.

O coração não engana e a mente está cheia de defesas automáticas em relação ao medo, á dor, á tristeza... Defende-se e aconselha-te seguindo esquemas que já não são válidos.

Aprende a ser simples e a tua vida também será simples.”

Marta Cabeza - “Dia-a-dia com os Anjos”

 

 

 

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