Ano 2018

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segunda-feira, 16 de abril de 2018

O Teu Caderno Diário - Terapia MY DISCOVERY





A criação…
Como nasceste? Como nasceu tudo no planeta Terra?
Muitos seres dedicam horas da sua caminhada a reflectir neste enigma.
Podemos ver a criação como algo que tem o objectivo de encontrar respostas que ultrapassam o conhecimento do ser humano. Assim como podemos ver dentro de um determinado limite e as respostas serão mais tangíveis.
Ou podemos, simplesmente, escolher visualizar qualquer criação e as suas consequências.
A criação vem duma semente, duma ideia, dum momento esplêndido, da imaginação. Tem como resultado algo novo, diferente, produtivo, evolutivo, representa crescimento.
Partindo destes pressupostos, gostaria de partilhar contigo, o que representa, para mim, criar.
É tudo o que me faz sentir viva. Sem essa atitude, a minha caminhada teria um perfume inodoro, insípido, incolor. Um tremendo vazio faria parte do meu ser, a minha existência seria infrutífera.
Quando incorporo essa roupagem, sinto que tudo é possível. Que a transformação faz parte de todos os processos, sejam em mim sejam no outro.
Criar é sentir que sou única, que partilho a minha identidade, as minhas capacidades. Valorizo-me cada vez que me permito viver essa entrega.
Faz com que sinta vontade de partilhar esses momentos com todo o mundo, levar-lhes a alegria, a felicidade, a aventura, a conquista, que vivo quando escrevo, quando faço bricolage, quando faço uma peça de roupa, qualquer peça de artesanato, um poema.
Criar é sentir cada pedaço de mim. É saber que faço parte dum “espaço” do qual faço parte e me faz agir como quando lá estou: criar! É como que um renascer! Usar o poder que encerro.
Quando termino algo, tenho o desejo de partilhar com os outros e que descubram o maravilhoso que é entregar-se a si mesmo.
O que mais me traz a criação?
A partilha do que o outro cria. Descobrir que todos têm essa capacidade e que isso pode mudar o planeta, os seres humanos podem construir o que sonham e desejam.

A frase que me inspirou a escrever, revela-me isso mesmo: que em cada “semente” está o segredo do crescimento, da evolução, do AMOR!
O que é a “semente”?
Um sonho? O amor por outro ser? A construção de uma obra?
Aquilo que está latente em ti e que ainda não te dedicaste a alimentar.
Direi assim, o apelo do que sentes que te completará. Pode ser naquele momento, como podem ser outras ocasiões, todos em que sentes que algo muito teu, desabrocha, e pede para florescer.
Cada um de nós, pode desenvolver o seu crescimento com esta atitude. Acreditar que isso contribui para a evolução natural do planeta, faz-me ter a força necessária para caminhar, e viver todos os desafios que surgem.
Cada apelo interno, ou externo, tem esta cor. Talvez por esse motivo, sempre que crio, e vejo o que os seres humanos têm a capacidade de criar, me faz sentir a alegria e a determinação de nunca desistir e acreditar que podemos ir muito longe e que tudo é possível.
Cada “semente” que somos, pode afluir para uma mil “florestas”. Podem ser livros, casas para desalojados, poemas e música para deleite e não só, recursos alternativos de saúde, prosperidade comunitária, e tantas outras soluções que, sentimos com prazer, são resplandecentes para todos.
Queres descobrir a tua “semente”?

Ana Guerra
escrita sem acordo ortográfico

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